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Nova Veneza encontra a Gôndola em estado deplorável

Maycon-Coral

Roubar a gôndola abalaria muito o povo de Nova Vezene, então, em uma noite de inverno rigoroso, os moradores de Caravagginus executaram seu plano.

Na madrugada de 14 de junho de 1980, entraram em Nova Vezene por uma estrada que saía atrás do Hospital São Markiluz. Fazendo silêncio absoluto, entraram dentro do açude onde estava a gôndola, a ergueram  e a colocaram em uma carroça que era puxada por eles mesmos.

Quando amanheceu, os moradores de Nova Vezene que passavam ali para ir trabalhar notaram que a gôndola tinha sumido e o desespero foi tremendo. Rapidamente, o Rei foi comunicado e correu até o local. Ao chegar lá, viu que havia um barquinho de papel flutuando no lugar onde antes estava a gôndola. De súbito, o rei pega seu smartphone e faz uma chamada de vídeo para o xerife da cidade comunicando o acontecido e pedindo para que ele faça alguma coisa.

Mas Caravagginus ainda não tinha terminado, a gôndola foi levada para uma das metalúrgicas do vilarejo e a colocaram um motor, quatro rodas e volante.

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O Rei ordenou que cancelassem a festa da gastronomia italiana já que, segundo ele, não existia festa sem gôndola. Como se isso não fosse o bastasse, o Rei recebeu um e-mail do médico que transformou os pacientes em zumbis informando que Caravagginus havia descoberto tudo. Então, o Rei entende o porquê de a gôndola ter sumido. Rapidamente, junto com xerife, foi até Caravagginus em busca da gôndola. Não precisou procurar por muito tempo logo na entrada do vilarejo avistou um aglomerado suspeito de pessoas em um campo de futebol próximo ao santuário de Caravagginus.

O Rei estacionou a Land Rover nas proximidades do campo, mas não enxergava o que fazia levantar tanta poeira. Havia muita gente olhando para aquilo e gritando, mas sem enxergar nada. Foi aí, então, quando a poeira baixou, que o Rei quase desmaiou: lá estava a gôndola com pneus, volante e um motor v8 turbo, cheia de homens e mulheres vestidos com camisas brancas e listras vermelhas. Dois pneus já haviam estourado e estavam só no aro. O Rei e o xerife desceram do carro e foram até o local.

O xerife deu uma ordem para que parassem com aquilo e disse que iria prender todo mundo. Todos sacaram suas armas e apontaram para o xerife que rapidamente baixou a sua. O Rei implorou para que eles deixassem levar a gôndola de volta, e os Caravagginus aceitaram, porém, pediram para ele deixar a Land Rover. O Rei rapidamente concordou e foi embora dirigindo a gôndola com os pneus furados e o xerife no banco do caroneio.

Depois disso, Caravagginus e Nova Vezene nunca mais se “bicaram”, as gangues se uniram e Caravagginus virou uma terra sem leis.

Hoje, todos se toleram, mas basta uma só faísca para tudo ir para os ares.

Escrevi este conto com o intuito de levar um pouco de humor aos meus leitores, misturei várias épocas na mesma história e alterei alguns nomes para deixar a história mais medieval. Lembrando aos ignorantes que é uma história fictícia, espero que tenham gostado, abraço…

Agradecimento:

Quero agradecer a distribuidora de bebidas Nossa Adega que está apostando no meu trabalho e de certa forma incentivando a cultura local. Nossa Adega vem ganhando espaço no mercado de estrega de aguas e bebidas em criciúma e região, pois conta com preço diferenciando e garante rapidez e qualidade nas entregas. Fundada em maio de 2016, hoje situada no bairro Prospera em Criciúma, Nossa Adega trabalha com uma variedade de bebidas como: cervejas, refrigerantes, agua, gelo, sucos, energéticos, espumante e destilados em geral como: whisky, vodca, gin, licores, tequila, conhaque e cachaça…

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