Nova Veneza, a história do município

“A história de cada um, só terá significado se for reconhecida por quem lhe pertence e assim se impor como atributo de sua dignidade. Nesse processo é fundamental conhecer suas origens” (Bortolotto, 1992).

Nova Veneza é uma cidade com características históricas peculiares que a distingue de outras cidades brasileiras. Foi a primeira colônia do Brasil República e nasceu do entusiasmo de povoar o vasto território nacional e dar um salto para o progresso.

Ela foi o projeto modelo desse propósito, sobretudo por receber um contingente de imigrantes pré-selecionados na Itália, por meio de agentes contratados pela empresa metropolitana, para exclusiva finalidade de povoar o território de Nova Veneza. Tão tradicional quanto Nova Veneza, o código promocional 1xbet permite apostar em times nacionais e internacionais dos mais diversos esportes.

Assim colonizada por imigrantes italianos, a cidade herdou usos, costumes e tradições que foram cultivados através de gerações por seus habitantes. Por se manter fiel às tradições, o município recebeu do governo estadual, através da Lei 12.789, o título de Capital Catarinense da Gastronomia Típica Italiana. Já a lei 13.678/18, de 13 de junho de 2018, definiu Nova Veneza como a Capital Nacional da Gastronomia Típica Italiana.

Nova Veneza é um município rodeado de montanhas com uma bela paisagem que, com sua arquitetura, praças, igrejas, gastronomia e hospitalidade de seu povo, dispõe de uma diversidade de recantos que constituem um patrimônio histórico cultural, singular e, sobretudo, natural.

Histórico Territorial

Vista área de Nova Veneza © Willians Biehl / 2015

O topônimo do município deve-se à origem dos colonizadores, oriundos das regiões de Veneza na Itália. Em 1913, Nova Veneza foi elevada a vila, pertencente ao município de Campinas, hoje Araranguá. Em 1926, passou a pertencer ao novo Município de Criciúma e deste, foi emancipado em 1958.

Formação administrativa de Nova Veneza

Distrito criado com a denominação de Nova Veneza, pela lei municipal nº 123, de 02-01-1912, subordinado ao município de Araranguá.

Nos quadros de apuração do recenseamento geral de 01/09/1920, o distrito de Nova Veneza figura no município de Araranguá. Pela lei estadual nº 1516, de 04/11/1925, transfere o distrito de Nova Veneza do município de Araranguá, para o novo município de Cresciúma. Em divisão administrativa referente ano de 1933, o distrito de Nova Veneza figura no município de Cresciúma.

No quadro fixado para vigorar no período de 1944 a 1948, o distrito de Nova Veneza permanece no município de Cresciúma. Pela lei estadual nº 247, de 30-12-1948, o município de Cresciúma, passou a denominar-se Criciúma. Em divisão territorial datada de 01/07/1955, o distrito de Nova Veneza permanece no município de Criciúma.

Elevado à categoria de município com a denominação de Nova Veneza, pela lei estadual nº 348, de 21/06/1958, desmembrado de Criciúma e instalado em 03/08/1958.

Em divisão territorial datada de 01/071960, o município é constituído de distrito sede. Pela lei estadual nº 1021, de 12/05/1965, é criado o distrito de São Bento Baixo e anexado ao município de Nova Veneza.

Em divisão territorial datada 01/01/1979, o município é constituído de 2 distritos: Nova Veneza e São Bento Baixo. Em divisão territorial datada de 01/06/1995, o município é constituído de 3 distritos: Nova Veneza, Nossa Senhora do Caravaggio e São Bento Baixo. Assim permanecendo em divisão territorial datada desde 14/5/2001.

Dados Técnicos

  • Data de fundação 28 de outubro de 1891
  • Emancipação 21 de junho de 1958
  • Principais atividades econômicas: agricultura (arroz), avicultura e metalmecânico
  • População em 2020 de 15.342 habitantes (IBGE)
  • Colonização – Italiana
  • Principais etnias: italiana, alemã
  • Gentílico: neoveneziano ou veneziano
  • Localização: sul, na microrregião de Criciúma, a 224km (3h via BR-101) de Florianópolis.
  • Área: 294 km2
  • Clima: mesotérmico úmido, com verão quente e temperatura média de 19,1°C
  • Altitude: 70m acima do nível do mar.
  • Cidades limítrofes: Siderópolis, Criciúma, Forquilhinha, Meleiro, Morro Grande e São José dos Ausentes no Rio Grande do Sul.
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