O assunto rendeu.

Rendeu, até o momento, 17.000 visualizações. Por isso, sinto-me lisonjeado, mas, infelizmente, por situações que eu não gostaria que existissem.

Rendeu também inúmeros comentários a respeito (via “zap zap”), alguns um tanto agressivos e outros, na sua grande maioria, expressando concordância e uma indignação velada (receio de se identificar) com o que vem acontecendo.

Uma manifestação pública, através desta coluna, veio ao encontro do que venho testemunhando diariamente, por tratar-se de uma residência/comércio vizinho a mim.

Refiro-me a um comentário da Dra. Milena, da qual não sei o sobrenome, mas tenho certeza que a comunidade toda conhece, e em razão dela torná-lo público, reproduzo abaixo:

“Sobre “cachorrada”: Meu escritório fica na mesma rua e todos os dias existem montes de fezes de cães na porta. Na entrada da minha garagem, igual. Estou cansada de literalmente “pisar na m…”!!! Para uma cidade turística, realmente fica péssimo.. Amo animais, tenho gato e cachorro, mas o banheiro deles é na minha casa!”

Doutora, apesar da vizinhança, não a conheço e, talvez, a recíproca seja verdadeira. Agradeço sua interação e coloco, desde já, esta coluna à sua disposição.

Espero não retornar ao assunto por minha iniciativa e que, também, tenha conseguido dar um enfoque não só crítico, mas ainda chamar a atenção da comunidade em geral para um problema que muitos enfrentam calados, com receio de serem encarados como “personas non gratas”. É um absurdo e uma grande inversão de valores.

E os cachorros, latindo e uivando à noite/madrugada, perturbando o sono dos vizinhos? Nem vou comentar.

Por sua vez, as autoridades constituídas (executivo e legislativo, além de outras instituições e lideranças comunitárias),  poderiam criar campanhas educativas.

Leis são difíceis de criar/aprovar, executar, fiscalizar e punir eventuais infratores. Entretanto, a título de sugestão de um leigo no assunto, os cães soltos poderiam ser recolhidos a um canil credenciado para tal, inclusive os das “madames”. Para retirá-los, uma multa bem pesada, a título de pagamento de multas e ressarcimento de despesas. Obviamente, tais atitudes também dependem de leis que poderiam ser propostas pelo poder executivo ou legislativo do município.

Finalmente, na próxima oportunidade voltarei à gastronomia propriamente dita. A propósito, recebi algumas mensagens com o seguinte texto: ”vá cuidar da sua cozinha e deixe os cachorros de lado”.

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