Cezar Martins

Curso de ovos de páscoa

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O Ovo da Páscoa é um símbolo pascal, caracterizado por ser feito de chocolate e, normalmente, recheado com surpresas.

Atualmente, costuma-se presentear amigos e familiares (principalmente as crianças) com ovos de chocolate durante a Páscoa.

Do ponto de vista religioso, o ovo é considerado símbolo do nascimento e da vida. A relação com a Páscoa, comemorada pelos cristãos, está a partir da Ressurreição de Jesus Cristo, que representa a esperança de uma nova vida para toda a humanidade.

Em muitos países também existe a tradição de esconder ovos de Páscoa para as crianças procurarem.

Portanto, a Páscoa está chegando e com ela a COMERCIAL FESCOPAN, em parceria com a SICAO, sempre inovando e trazendo receitas de dar água na boca, promovem o CURSO DE OVOS DE PÁSCOA. Na ocasião, você vai aprender a trabalhar com o delicioso chocolate (callebaut), fazer cascas, recheios, decorações e terá muitas dicas. Em destaque, 3 ovos deliciosos: ovo brullé, ovo com recheio passion fruit e um maravilhoso ovo de corte com ganache e casca trufada.

Data: 20/02/2019

Turma 1: 14h

Turma 2: 19h

Investimento: R$ 30,00

Informações pelo telefone 3045-3694.

Endereço – R. Dom Pedro I, 41 – Centro – Criciúma-SC.

A TÍTULO DE INFORMAÇÃO

Sicao é a nova geração de chocolates no Brasil. Feitos com todo o conhecimento e tradição da BARRY CALLEBAUT, com mais de 150 anos na produção de chocolates de alta qualidade, os produtos Sicao foram adaptados ao paladar e às receitas brasileiras.

Quando uma empresa brasileira indica que usa chocolate belga, quer dizer que ela usa os produtos da callebaut, empresa fundada na Bélgica em 1911 e que produz chocolates especificamente para transformação.

SOBRAS DE CHURRASCO

É quase inevitável, especialmente no verão.

Às vezes, churrasco na quarta, sexta e porque não no domingo?

E agora, o que fazer com as sobras? Descartar? Não!

Existem várias preparações saborosas para essas sobras, desde que você observe alguns procedimentos indispensáveis para garantir qualidade e sabor, independentemente de armazenar para o dia seguinte ou congelar:

  • Evite que as carnes fiquem muito secas (torradas). Alguns têm o hábito nocivo de manter os espetos na churrasqueira, ainda quente, após servir a refeição;
  •  Se sobrar carne “mal passada”, melhor;
  •  Remova todas as extremidades eventualmente queimadas, nervuras e peles;
  •  Retire o excesso de sal grosso e eventual fuligem de carvão. Não é o ideal, mas se necessário, lave a carne e seque com um guardanapo;
  •  De preferência, corte a carne de acordo com a sua futura utilização;
  •  Os cortes ideais são em cubos com 1 cm de lado ou tiras de 0,5 x 4 cm;
  •  Pincele ou pulverize a carne com azeite de oliva ou óleo neutro (o congelamento vai ressecá-la ainda mais);
  •  Dependendo da quantidade, separe a carne em porções adequadas às próximas preparações e acondicione em potes (evite colocar diretamente em sacos/sacolas plásticas), sem esquecer-se de etiquetar, identificar o conteúdo e datar;
  •  Recomenda-se que as carnes já temperadas e processadas, especialmente as com muita gordura, devem permanecer congeladas por, no máximo, 30 dias;
  •  Descongele em geladeira.

Pulverizador de óleo (spray)

Por razões de economia, uniformidade e para evitar excessos, utilize um pulverizador para aplicação de óleos e azeites nos alimentos (saladas e outros). Existem no mercado vários tipos, destacando-se os de metal (inox) e os mais simples, de plástico.

ARROZ DE “CARRETEIRO” (“roupa velha”)

Tradicionalmente, o arroz de carreteiro é feito com charque. É uma carne seca, sem o suco, tal e qual a que sobrou do churrasco.

 

Então, temos que compensar essa falta com algum tipo de caldo (galinha, carne ou legumes). Prefiro o caldo de galinha misto com legumes. Não me refiro àqueles industrializados (muito sal e produtos químicos), mas aos que podemos fazer em casa. É O “PULO DE GATO” para obtenção de sabor e qualidade.

A propósito, convém salientar que os cozinheiros que se prezam não usam água pura e simples em suas preparações, mas sim algum tipo de caldo preparado. Na sua falta, os caldos industrializados são uma alternativa razoável.

Misturar carnes (bovina, suína e linguiças) é uma boa ideia.

É simples. Refogue bem as carnes, acrescente cebola e alho e refogue mais um pouco. Vá adicionando o caldo aos poucos para não secar/queimar. Se quiser um arroz mais “molhado”, utilize também tomate picado bem maduro e extrato de tomate. Cozinhe por mais 10 minutos. Tempere com sal e pimenta do reino.

Acrescente o arroz e caldo suficiente para seu cozimento.

Finalize com salsinha, cebolinha e orégano ou manjerona.

Outras opções de ingredientes: milho verde, ervilha congelada, cenoura, vagem, batata, batata salsa, entre outros.

Sirva acompanhado de salada verde e legumes cozidos.

Aqui em casa, quando faço um carreteiro, não pode faltar aquele “velho e bom” feijão, uma mistura de ovo cozido picado, milho verde, ervilha e salsinha (temperada com sal) e pão francês “da hora” ou torrado.

CALDO DE GALINHA (brodo)

Na próxima coluna passarei uma receita detalhada de como fazer um bom caldo, gastando praticamente nada.

E mais: carne à escabeche (“vaca louca”) com sobras de churrasco.

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