Nós fomos chamados a ser luz (Vós sois luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade situada sobre uma montanha, nem se acende uma luz para colocá-la sobre o candeeiro, a fim de que brilhe a todos da casa. Assim, brilhe vossa luz as vossas boas obras e glorifiquem vosso Pai que está nos céus. Mateus 5:14-16). Somos levantados por Cristo, que se autodenomina como a própria luz e fonte de vida, no Evangelho. Portanto, com a força que vem do alto, deveríamos brilhar, guiando e iluminando o caminho das pessoas ao nosso redor. Encorajando os sujeitos a nossa volta a não perecerem, mas buscarem e criarem intimidade com Deus. Sem medos ou receios.

Todavia, nos pegamos desprevenidos. Os dias passam, a correria do dia a dia cansa, não temos tempo, não nos cumprimentamos uns aos outros, a paciência se esgota, não valorizamos quem mais amamos, o desespero vem, os fardos parecem ser encarregáveis, a opressão toma conta do ser, a exaustão nos rasga e com todas essas adversidades, também aparecem as frustrações. Nos afastamos de Deus, sem perceber. Nos lançamos a sorte, caímos no caos, feridos pelo pecado, desequilibrados emocionalmente, nos vimos sem chão, e por um breve momento, sem luz.

Vida vazia…

Junto a vida vazia, a vontade de preenchê-la. Não conhecemos nossas fraquezas, logo, nos deixamos contaminar pelas armadilhas que o mundo oferece. Nos escondemos no escuro e não compartilhamos a nossa luz que é transmissora. Inconscientes, não deixamos Deus entrar em nossas vidas por orgulho, ou sentimento de indignidade. Não permitindo que Ele nos sonde e nos auxilie. Temos medo de dizer “Senhor, me leva para casa, pois eu quero voltar”. Até que chegamos ao limite, sentindo-nos perdidos, caímos de joelhos aos prantos, pedindo ajuda. E com esse mínimo clamor, Deus vem e arrebata nosso coração, que agora, já não mais dilacerado, começa a se tornar algo moldado.

Aos poucos, somos tomados pelo fogo do amor de Deus, nos tornando vivos novamente e cheios da misericórdia Divina, como num sopro. Começamos a ter coragem, novamente, para conversar com Deus e olhar para Ele. E a luz que tinha se apagado, no mais íntimo do coração, se acende como chama incansável e você não pode contê-la, pois consome. Então, tudo que queremos é permanecer no Seu abraço acolhedor e descansar Nele, como pássaros nos ninhos. E a partir desse doce reencontro, surge a nova vontade de viver mais, de amar mais, abraçar mais e ser mais luz.

Ser luz é ser amigo de verdade, convidar alguém para ir a igreja, se compadecer com a situação do outro e ter empatia, ser luz é fazer obra de Deus. Ser luz é, igualmente, quando sorri para alguém, quando se faz o bem, quando se ajuda uma pessoa que necessita de auxílio, quando se rega uma planta, ou elogia alguém. Ou seja, também nas coisas mais simples, pois Deus é simples.

“Senhor, longe de Ti, não é nosso lugar. Que tu possas renovar tua luz em nós, e que sempre estejamos em teus braços, que é a nossa casa. Amém, amém.”

Veja nosso vídeo com a música “Me leva para casa”. Já aproveita para se lançar novamente no amor de Deus e voltar para casa. Ser luz é estar em Cristo, voltar aos Seus braços todos os dias e deixar ser amado por Ele, mesmo quando caído em pecado. Não deixe a luz apagar, a sede cessar e o amor esfriar. Ele está de braços abertos. Sempre.

 

Graça e paz, até a próxima!

 

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