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Sobre estradas apagadas

Da estrada,
Que ainda percebi meus passos,
Perco no espaço,
Os últimos rastros,
Que me faziam existir!

A poeira que transborda,
Transporta um valor,
Um pouco de amor,
Que ainda restou,
No que muitos chamam de razão!

De uma estrada,
Estrada para os olhos,
Não reconheço um caminho,
Que até então,
Pensei ainda existir!

E da estrada,
Nem passos,
Nem rastros restaram!
De sonhos,
Que até ontem,
Pareciam ser reais!

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