A Romênia é um belíssimo país para se visitar.

Com vários pontos turísticos como o castelo do Drácula, na Transilvânia, centros históricos e igrejas nas cidades de Sibiu e Sighișoara.

Na região de Timișoara e Arad existem enormes plantações de grãos, enquanto que na região montanhosa de Caraș-Severin, na fronteira com o país da Sérvia, existem pequenos agricultores que ainda cultivam manualmente. Carroças e carros-de-bois ainda circulam pelas estradas.

A Romênia não é um povo predominantemente cigano, como as pessoas pensam, oficialmente são apenas 3% da população, mas por conta da discriminação muitos não se consideram ciganos. Descendentes de indianos, são de fácil identificações pelo tom de pele mais escura. Existe ainda uma parte da Romênia com descendência alemã, nas regiões da Bucovina e Bessarabia, que ficam nas fronteiras com os países da Moldávia e Ucrânia. Essas regiões, Bucovina e Bessarabia, pertenciam à antiga União Soviética, mas depois da Segunda Guerra Mundial passaram a integrar a Romênia.

Os descendentes de alemães do Oeste Catarinense, são descendentes de imigrantes vindos da Bucovina. Eram Alemães que imigraram da Baviera, depois para ex-Tchecoslováquia e por fim chegaram a Bucovina no final do século 19 e passaram a ser chamados de alemães-russos. Geograficamente, Santa Catarina tem descendentes de romenos.

É na Romênia que fica a maior parte dos Montes Cárpatos, inclusive o ditador Nicolau Ceaușescu era chamado de “Gênio dos Cárpatos”. Nicolau Ceaușescu governou o país durante 25 anos, deixando a população na miséria. Nos últimos anos de seu governo, obrigou que tudo que fosse produzido no país fosse exportado para pagar as dívidas da nação, deixando seu povo sem alimentos, gás e até saneamento. O país sendo um grande produtor de suínos, era permitido comercializar no mercado interno apenas as patas.

Em dezembro de 2019 fará 30 anos do fim do governo de Ceaușescu, a data também marca sua execução e de sua esposa, Elena Petrescu, no natal de 1989.

A Romênia faz parte da União Europeia desde 2007, porém, está em fase de adesão às normas do Euro. A moeda romena é o Leu. O país também não faz parte do Acordo de Schengen, que é o acesso livre nas fronteiras. O maior problema para a UE aceitar a Romênia no bloco é a corrupção no país.

Com a economia em expansão, existem alguns trechos de autoestradas, mas falta muito para se igualar à países do bloco da UE. Existem várias empresas multinacionais como a Pirelli, Prysmian Group e Dacia Renault, que produz o Logan, Sandero e Duster com mais de 7 mil funcionários. Na Romênia também passa o segundo maior rio da Europa, o Danúbio, que nasce na Alemanha e deságua no Mar Negro.