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A nobre e árdua tarefa

Fala-se muito, mas pouco se escuta. Nem toda a fala vira prática. Os que falam, querem atenção, mas, nem sempre os que falam querem ouvir.

Nos mais diversos âmbitos pessoas verbalizam. Contudo, percebe-se a grande dificuldade de ouvintes em salas de aula, no trabalho, na igreja, entre casais, na família, etc.

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Vale lembrar que alguns (poucos) escutam a mensagem proferida por outrem, porém, dependendo da extensão da mensagem, não têm paciência de ouvir até o fim; outros escutam até o fim, porém não colocam em prática as palavras que ouvem.

Há uma referência muito significativa na carta de Tiago 1.19: “… Todo homem seja pronto para ouvir, tardio para falar…”.

Os que falam muito, geralmente, erram mais.

Obs.: Muitos males poderiam ser evitados se houvesse mais silêncio!

Em suma, o pai precisa ser ouvido (o filho também), o cônjuge, o professor, o “patrão”, o líder religioso, entre outros.

Falar é fácil, ouvir é difícil, praticar… é … bem mais…

Aprendamos, portanto, a nobre e árdua tarefa de ouvir mais, praticar mais e falar menos.


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