Não dei conta: e agora?
Colunistas Giovana Baroni

Não dei conta: e agora?

É fato que as pessoas andam cada vez mais acelerada não é mesmo? Tarefas de trabalho, família, filhos, dentre outros aspectos que fazem parte da rotina de grande parte da população. Quando falamos em rotinas agitadas, falamos também uma necessidade incessante de dar conta, lembrando que são vários aspectos da vida que precisamos dar conta e nem sempre vamos estar 100% em tudo.

Essa cobrança excessiva de dar conta de tudo, a longo prazo, pode auxiliar no desenvolvimento de sintomas patológicos, como ansiedade e tristeza, por exemplo. Por isso esse título provocante: Não dei conta e agora? Para pensarmos de forma breve acerca  da importância de aceitar o fato de que não vamos dar com o tempo todo, e que isso não nos torna em inviabilizados, inferiores, ou insuficientes, mas sim seres humanos.

Entende-se que há vários aspectos que são obrigatórios Mas precisamos nos atentar de que antes de qualquer obrigação ou necessidade, precisamos cuidar de nós enquanto seres humanos para estarmos fortalecidos o suficiente para termos um bom desempenho na vida como um todo.

Dessa forma um dos aspectos te auxiliar é priorizar aquilo que é importante neste momento e focar naquilo que você consegue realizar e não aquilo que você não consegue. Pedir ajuda também é um passo importante e pode te auxiliar a ter um melhor desempenho nas suas atividades pessoais e profissionais: por exemplo, se você mora com mais pessoas não tem problema algum você pedir ajuda para auxiliarem nas atividades domésticas, não é mesmo?

A cobrança interna é algo que aprendemos ao longo da vida e vamos cultivando, de acordo com a realidade de vida de cada um. Mas será que essa cobrança de hoje faz sentido, ou é uma maneira de se torturar? É quase como se estivéssemos segurando uma corda com muita força, e quando soltamos, ficam as marcas. Por isso, respira fundo, prioriza o que é essencial e lembra quem és de verdade.

O que te define não é o quanto você produz, mas sim, o que te faz ser produtivo ou não. A essência, base e individualidade. E aí, como tens cuidado de ti?

Se cuida!

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