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Turma de 30 adolescentes participantes do projeto da Polícia Militar Ambiental esteve na Universidade nesta terça-feira, 16.

As belezas e curiosidades do Museu de Zoologia Prof. Morgana Cirimbelli Gaidzinski, da Unesc, foram conhecidas de perto na tarde desta terça-feira, 16, por 30 adolescentes participantes do Programa Protetor Ambiental, da Polícia Militar. O grupo, formado por alunos de 12 a 14 anos das redes municipal e estadual de ensino de Treviso, foi acompanhado pelos responsáveis pela ação, cabo Leandro Ghellere e sargento Roberta Matos. Na quarta-feira, 17, o grupo de alunos de Maracajá fará a visita ao Museu.

O Programa Protetor Ambiental é executado pela Polícia Militar Ambiental de Maracajá e realizado com recursos fornecidos pelo Ministério Público Estadual. Na ação são selecionadas 30 crianças por turma para participarem de 180 horas/aula ao longo do ano sobre os mais variados conteúdos ligados a proteção do meio ambiente, como fauna, flora, legislação ambiental e recursos hídricos, além de fundamentos sobre a Polícia Militar.

Conforme a sargento Roberta, há 10 anos a Polícia Militar Ambiental de Maracajá realiza o projeto com a intenção de preparar melhor os adolescentes para o futuro e sempre faz questão de visitar a Universidade. “Geralmente as vagas para participar das turmas são bastante concorridas. Ao ingressar no projeto o adolescente participa de uma aula por semana no período da tarde e adquire muitos conhecimentos que vão levar para a vida, além de poder acrescentar essa experiência em seu currículo”, acrescenta.

No Oeste de Santa Catarina, de acordo com a sargento, o projeto é realizado a mais tempo, o que já se reflete na formação de ex-alunos em profissões ligadas ao aprendizado obtido e instigado pela passagem pelo Protetor Ambiental.

O estudante Maicon da Rosa, de 15 anos, poderá ser um desses exemplos no Sul. Ele, que visitou pela segunda vez a Unesc, pensa em seguir carreira militar como sugestão do avô e participa do projeto para avaliar a ideia. “Além de aprender muita coisa interessante, eu participo para ver se gosto dessa área e de repente fazer essa escolha para a minha carreira no futuro. É uma chance de viver mais de perto essa opção”, destacou.