Morão ntea Nova Venéssia
Colunistas Nicola Gava

Morão ntea Nova Venéssia

Morão ntea Nova Venéssia

“Mourão em Nova Veneza” Vice-presidente da república Antônio Hamilton Martins profere palestra na manhã desta quarta feira em Criciúma na Acic, depois a convite vai almoçar no principado caravaggiano na cinematográfica propriedade particular. Mesmo sendo restrita a confraternização será um momento histórico para Nova Veneza. “Benvegnù Morão ntea capital mondial dela Polenta!!!”

 

Nova Venéssia ntei ani  60 

Morão ntea Nova Venéssia

“Nova Veneza nos anos 60” No registro fotográfico do final da década de 60, as ruas Miguel Giacca e a Dos Imigrantes, interligadas na mesma linha de leste para oeste. Observem no lado esquerdo: primeira casa, hoje onde está a “Mercearia do Bel” seguida do prédio onde funciona a “Burgheria” depois o prédio do “Hotel e Restaurante Veneza”. Não existia o prédio do Sr. Adelino Ghislandi (Hoje Gelateria e Café Gheppo), e nem o da atual Padaria São Marcos.

A ponte é a de ferro feita em 1955, que em 1972 foi substituída por uma de concreto, que durou apenas dois anos, destruída na grande enchente de 1974. Continuando depois da ponte até o cruzamento da Rua Alfredo Pessi nem uma construção (Local de hoje: Banco do Brasil, Despachante Buratto, Ilka Malhas, Padaria Dolci & Panni e Posto Mondardo). Na esquina o prédio antigo da família Crippa que já está na terceira geração de herdeiros. Depois, la encima do morro se vê a centenária casa do saudoso José “Bepe” Gava que ainda pertence a seus descendentes. Voltamos para a margem direita da foto, as edificações praticamente são as mesmas.

Descendo, até onde a vista alcança: residência e oficina da família Inocêncio Costa e Júlia Bortoluzzi Costa; Sílvio Bortoluzzi e Lídia Bortoluzzi Bortoluzzi; Aquilino Luiz Cirimbelli e Angélica Aléssio Cirimbelli. Um trecho da área central tinha a pavimentação em pedras, que depois foram substituídas pelas lajotas de concreto sextavadas. Pelo movimento dos pedestres e carros (Rural e Jeep), a foto fora feita num domingo. Assim era a nossa capital mundial da Polenta nos anos 60. “La nostra storia!!!” 

Artesan en vimini  

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“Artesão de vimi” Vimeiros uma profissão que parece ser extinta em nossa região. Com vimis são confeccionados diversas peças como: vimar/empalhar garrafas e garrafões,  balaios, derla(balaio de alça), cestas, berços, cadeiras, cadeirinhas, lustres, peças de decorações, painéis, base de corbelhas e famosos cavalinhos que substituía os modernos carrinhos de criança de hoje.

Também se utilizava para amarrar as parreiras. Santa Catarina é o maior cultivador e produtor de artesanato de vimi do Brasil. O município de Rio Rofino é capital do vimi em Santa Catarina. Uma atividade que da renda familiar que geralmente transmitida por gerações. No passado praticamente todas as propriedade rurais tinham pés de vimi para utilidade própria.

Lembrando que nossa região não é muito propícia para o cultivo do vimi, é mais de clima de média e alta altitude. Da minha geração para trás, temos lembranças não muito boas para época, uma vara de vimi atrás da porta para o filho que não se comportava. No registro fotográfico o senhor  Naldo Dallò de 82 anos é artesão em vimi há 61 anos com filho Edosn que adotou a profissão do pai.  “Signor… cuante sbachetade ghemo ciapà col vimi!!!”

Catatora de carbon

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“Escolhedoras de carvão” Ignes Bonfante Pizoni moradora do Distrito de Rio Maina com seus 82 anos é umas das mulheres que teve a profissão de “Escolhedeira” de carvão. Ela e outras escolhedeiras vão contar sobre esta extinta atividade que na época era feita por mulheres. Acompanhe nesta sexta feira a partir dar 20 horas a live cultural Bauco ma no tanto nos canais Nicola Gava Bmnt no Youtube e Facebook. “Da non desmentegar!!!”  

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