Com as novas recomendações do Ministério da Saúde, frente à pandemia do covid-19, a população passou a fazer uso de máscaras para circular em locais públicos pelas cidades do Brasil.

Ao usar a máscara, a pessoa estará mais protegida e protegendo o outro interlocutor com quem precisa dialogar. Porém, ela se torna um obstáculo para as pessoas que têm problemas de audição, já que a máscara tira a pista visual desse paciente.

Se pensarmos em um paciente que faz uso ou não de aparelho auditivo, ele precisará se esforçar mais para entender o que está sendo dito, pois o som acaba sendo abafado pela máscara facial. Além disso, ficará mais complicado para fazer uma leitura labial na hora da conversa.

Diante dessa dificuldade, uma jovem norte-americana desenvolveu uma máscara facial, que, na região da boca, utiliza um plástico transparente, permitindo que a boca permaneça visível e, ainda assim, protegida.

Ashley Lawrence modificou o padrão da máscara de tecido para ser adequada para aqueles que leem os lábios ou que têm necessidade de identificar expressões faciais usadas na comunicação em ASL (nome dado à linguagem de sinais dos EUA, similar a LIBRAS no Brasil). Assim, essas pessoas poderão entender o significado e a intenção do interlocutor.

Devemos lembrar que essas máscaras não são recomendadas para uso em ambientes cirúrgicos ou em ambientes com alta exposição a líquidos corporais.

Além disso, se usada por um período de tempo, no caso um atendimento presencial, o plástico transparente pode começar.