Colunistas Giovana Baroni

Errar, eu? Jamais!

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“Erros são, no final das contas, fundamentos da verdade. Se um homem não sabe o que uma coisa é, já é um avanço do conhecimento saber o que ela não é.” Carl Jung

Atualmente é cada vez mais comum as pessoas possuírem dificuldades em reconhecer seus erros, e ainda mais do que isso, é admitirem que erraram. Diante da cobrança e exigência excessiva consigo mesmos, o desejo de fazer as atividades da maneira mais perfeita possível, cometer erros não é uma opção nem de longe!

Você se identifica com isso? Conhece alguém que pensa de forma semelhante? Pois é! Em uma sociedade em que preza a produtividade em massa, em velocidade alta e com qualidade, cada vez mais temos dificuldades de aceitar os nossos erros – e sim, por mais que desejemos, nós vamos errar em algum momento da vida, afinal, somos seres humanos. Já falei diversas vezes por aqui que não somos robôs, e até eles apresentam falhas a longo prazo.

Porém, precisamos compreender que o erro faz parte do nosso desenvolvimento pessoal e profissional, tendo ele a função de nos ensinar algo, ainda que, pela “dor”. Imagine a seguinte situação: você está dirigindo por uma avenida e passa com o pneu dentro de um buraco. Provavelmente na próxima vez em que passar por lá, irá desviar, correto? Você adquiriu o conhecimento de que não pode passar naquele exato local. Aprendeu com a experiência e com a situação.

Assim também ocorrem com os erros, quando aparecem de forma natural. Obviamente muitas pessoas ‘erram’ propositalmente, mas aí falaríamos de outros aspectos, que podemos conversar num outro dia. Mas vim te lembrar que cometer erros é alto inerente ao ser humano quando isso ocorre de forma isolada, e possui o principal papel de nos ensinar e alertar algo. Muitos aprendizados de vida surgem diante de erros, os famosos “quebrar a cara”. Com isso, seguem algumas dicas de como lidar com os seus erros no dia a dia:

1 – Aceite que errou;

2 – O que eu fiz de errado nessa ocasião?

3 – Como eu estava emocionalmente quando errei?

4 – O que posso fazer para evitar que este erro se repita?

5 – Lembre que és um humano, ficar se culpando não apagará o erro e você ficará com peso na consciência. Resolva conforme for possível.

O objetivo não é sair errando em massa, mas é que compreendamos que o erro faz parte do desenvolvimento humano e que possivelmente iremos errar em alguns momentos da vida. Estamos em construção o tempo todo, e por vezes, precisamos trocar aquele “tijolinho” que está quebrado.

Deu para entender?

Grande abraço!

Participe conosco! Envie suas dúvidas ou sugestões para o e-mail gihh_b@hotmail.com Fico à disposição também no Instagram: @psicologagiovanacbaroni

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