Entidades querem diálogo com a administração municipal para minimizar os efeitos da crise do coronavírus
Economia

Entidades querem diálogo com a administração municipal para minimizar os efeitos da crise do coronavírus

Redação Portal Veneza

Entidades da sociedade civil organizada de Nova Veneza encaminharam ao prefeito Rogério Frigo na semana passada um ofício com objetivo de abrir um diálogo que possa minimizar os efeitos da crise do novo coronavírus. AENOVE, ANET, CDL, SIMEC e Sindicato dos Trabalhadores Rurais pretendem discutir soluções para as empresas do município.

“Fomos surpreendidos de um dia para o outro com o decreto do Governador lá no dia 18 de março quando fechamos tudo. Desde então estamos tentando mensurar tudo que podemos fazer para diminuir o impacto, aliando saúde e economia. Gostaríamos de buscar alternativas para sair desse momento. É necessário desenhar um novo cenário para Nova Veneza”, comenta a presidente da Associação Empresarial de Nova Veneza, Larissa Bortolotto.

No ofício entregue ao Chefe do Executivo é solicitada atenção especial na liberação ou parcelamento de impostos como IPTU, alvarás e ISS. As entidades também buscam um planejamento para o turismo, plano de incentivo ao comércio local, plano estratégico de retomada das atividades da indústria no município, fornecimento de EPI’s, além de informações referentes a situação do Hospital São Marcos em relação ao Covid-19.

“Queremos juntamente com o Poder Público diminuir os impactos causados à toda população de Nova Veneza. A ideia é montar um comitê de crise para que possamos, juntos, diagnosticar os problemas de cada classe e planejarmos uma retomada no crescimento local”, acrescenta Larissa. “A capital nacional da gastronomia típica italiana está com os restaurantes fechados há um mês, e continuará assim até o dia 30 de abril conforme decreto do Governador”, lamenta.

A expectativa é de que o prefeito Rogério Frigo receba o grupo para discutir a pauta ainda nesta semana.

“Nós vamos divulgar algumas medidas, mas que ainda estamos definindo. É muita cobrança, e o município não é culpado do que acontece. Não estamos protegidos pelos governos federal e estadual, e aqui em Nova Veneza não estão chegando as medidas anunciadas até agora”, pontua Frigo. “Esse problema é de todos, temos que saber administrar. O que estiver ao alcance e for possível para ajudar e contribuir nós iremos fazer. O objetivo é amenizar a dor que está todo mundo sofrendo”, adianta Frigo.

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