E a sua alimentação, como vai?
Colunistas Giovana Baroni

E a sua alimentação, como vai?

Imagino que você deva estar se perguntando: Uma psicóloga falando sobre alimentação? E a minha resposta é: SIM!

Sabias que a relação em que temos com a alimentação pode estar amplamente ligada com nossas questões emocionais? Pois é! E por isso, vim te convidar a refletirmos um pouquinho sobre como temos nos relacionado com os alimentos. Historicamente, as refeições geralmente eram acompanhadas com momentos prazerosos, conversas entre os membros da família, e até mesmo em datas comemorativas.

Quando falamos em comemorações, nem se fala! Já viu uma festa de aniversário sem comida? Ou um casamento? As pessoas utilizam dos alimentos como forma de prazer, e é bacana mesmo, reunir-se com os amigos e fazer aquele churrasquinho! Mas precisamos medir a frequência e constância dessas refeições com o objetivo principal – prazer.

A função do alimento é de nutrir o nosso organismo, fornecer os nutrientes em que o “motor” precisa para continuar em funcionamento. Obviamente, como consequência, alguns hormônios são liberados no ato de alimentar-se, e um deles é o hormônio do prazer. Mas, precisamos entender que, nem sempre o que é de nosso desejo de comer, é o que o nosso corpo precisa para manter o “motor” funcionando corretamente.

Mas Gio, o que isso tem a ver com as emoções?

Pois é, tem muito a ver! Acontece que, é bastante comum o fato de as pessoas alimentarem-se de forma excessiva para sentirem prazer, a fim de tentar resolver alguma questão emocional – geralmente frustração, raiva, insegurança, tristeza… Emoções que são desagradáveis de sentir, aí come e passa! Só que não. A função do alimento, como falamos anteriormente, é de nutrir o corpo, e não a mente.

Obviamente, corpo e mente estão interligados, mas não podemos colocar a responsabilidade de amenizar nossas questões emocionais no alimento, pois muito provavelmente posteriormente virá a sensação de culpa/frustração, associado aos problemas orgânicos por má alimentação. Sim, pois geralmente são alimentos com baixos nutrientes, os chamados de “calorias vazias”: doces, frituras, lanches…

Nosso corpo e nossa mente precisam do cuidado que eles merecem. O custo da prevenção é menor e menos doloroso do que o custo do reparo. Há vários fatores que influenciam nos hábitos alimentares disfuncionais, e para modificar isso, é todo um processo de aprendizagem que envolve dedicação, paciência e constância. Envolvem profissionais da saúde que possam te auxiliar.

 Pensando nisso, e em comemoração ao Dia Nacional da Saúde – 05 de agosto – eu e a Nutricionista Débora Zoche elaboramos o e-book: DESACELERA! Uma conversa sobre ansiedade, alimentação saudável e qualidade de vida. Esse projeto possui o objetivo de disseminar mais saúde e qualidade de vida às pessoas, principalmente neste momento de pandemia, em que muitos se encontram em home office. Além disso, na semana de lançamento, ocorre um desafio de acordo com a temática proposta. Ficou interessad@? Visite meu perfil no instagram @psicologagiovanacbaroni e lá você terá acesso a semana de lançamento do e-book!

Lembramos que a saúde, para ser mantida, necessita de equilíbrio. Não há receitas mágicas e nem ao menos soluções milagrosas, mas sim, consciência, equilíbrio e escolhas saudáveis, seja a nível alimentar ou psicológico. Cuide de você, cuide da sua saúde emocional, cuide da vida!

Abraço fraterno!

Participe conosco! Envie suas dúvidas ou sugestões para o e-mail gihh_b@hotmail.com Fico à disposição também no Instagram: @psicologagiovanacbaroni

E a sua alimentação, como vai?

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