Pelos versos,
Dos reversos,
Do olhar sorrateiro,
Do amor verdadeiro,
Das rosas,
Do violão,
Das notas mal tocadas,
Tento tocar seu coração,
Como a emoção,
Que nos olhos,
Trazem flores,
Mais um pouco de amores,
Transformados novamente em versos,
Que mais uma vez,
No reverso,
Do derradeiro sentimento,
Que de joelhos lhe ofereço,
Grita mais notas,
Desajustadas!
Ajustadas a emoção,
Que hoje sobrepõe a razão,
Do presente,
Que se faz,
E do que ainda não se sabe,
Pelo futuro que não pertence!
E se esquiva um pouco mais,
Em mais algumas flores,
Que esquecidas,
Murcharam!
E morreram no banco,
De um praça qualquer!