Joguei fora,
Alguns dos costumes,
Que até ontem,
Pensei que fossem ajudar!

Joguei fora,
O peso da coisa toda,
Que jurei ser real,
E em meio a turbulenta tempestade,
Passou despercebido!

Trouxe um pano velho,
Para enxugar do rosto,
As gotas que insistem em escapar,
E reprovar tantos atos meus!

Escapei dos pensamentos,
Logo depois de reciclar tantas coisas,
Que passados adiante,
Retornaram sem perder sentido algum!