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Acusado de atropelar Agente de Trânsito, morador de Nova Veneza apresenta outra versão dos fatos

Willians Biehl

Ednei Milanezi afirma que pretende processar envolvidos por agressão e difamação.

Depois de ter sido acusado de atropelar uma Agente de Trânsito após se negar a pagar o estacionamento rotativo em Criciúma nesta segunda-feira, 8, o comerciante e morador de Nova Veneza, Ednei Milanezi, 36, apresentou outra versão dos fatos, negando as acusações e afirmando que pretende processar os envolvidos por agressão e difamação.

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Ele conta que ao chegar ao Centro de Criciúma com a esposa, estacionou o carro em um local sem nenhuma placa identificando que era proibido estacionar. “Verifiquei se encontrava alguma moça do rotativo, mas não vi ninguém pelo menos em uma área de 500 metros para cada lado de onde estava. Por isso, fui ao banco rapidamente, e voltei em dez minutos”, completa.

De acordo com o comerciante, quando chegou ao automóvel novamente presenciou duas mulheres na frente do carro o multando porque não havia pago o rotativo. “Mas como vou pagar uma coisa que não existe ninguém pra cobrar? Além disso meu carro está em dia, não estacionei em local proibido. Então eu disse que iria recorrer dessa multa, entrei no meu carro com minha esposa e tentei sair, mas quando já estava em movimento a mulher começou a me xingar e se jogou na frente do automóvel por três vezes”, alega.

Pouco depois, segundo Milanezi, ele andava a 20km/h quando um outro agente de trânsito parou na frente do veículo. “Ele me pegou pela minha camisa, me puxando pra tentar me tirar do carro e depois começou a dar socos no capô do automóvel. Tentei falar para eu colocar o carro dentro de um estacionamento para conversamos, mas então chegaram os policiais”, alega.

“Fiquei muito constrangido, me pararam como se eu fosse um bandido. Ainda bem que os proprietários das lojas ao redor, que viram o que aconteceu, me apoiaram. Entrei em contato com meu advogado e pretendo iniciar um processo, já na próxima semana, contra os agentes e alguns veículos de comunicação por difamação e agressão. O que houve foi abuso de poder”, finaliza Milanezi.

A equipe de reportagem tentou contato com o presidente da Autarquia de Segurança, Trânsito e Transportes de Criciúma (ASTC), Gustavo Medeiros, mas não obteve retorno.

Francine Ferreira / Foto: Willians Biehl


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