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🕒 Atualizado em 21/09 às 04h19

Estado discute continuidade do Programa SC Rural com o Banco Mundial

Por Ana Ceron

Santa Catarina vai em busca da renovação do Programa SC Rural. Nesta terça-feira, 19, o secretário de Estado da Agricultura e Pesca, Ricardo de Gouvêa, esteve em Brasília para audiência com o líder para infraestrutura do Banco Mundial no Brasil, Paul Procee. Com investimento previsto de US$180 milhões, o novo Programa será focado no desenvolvimento e inovação para o meio rural e pesqueiro.

Procee iniciou o encontro com uma explicação sobre o andamento das tratativas entre o Banco e o Estado para viabilizar a continuidade do Programa. A Secretaria já apresentou ao Grupo Técnico do Ministério da Fazenda a proposta de uma nova operação para o SC Rural 2. Agora, aguarda a melhora da capacidade de pagamento do Estado para que a proposta seja apreciada pela Comissão de Financiamentos Externos (COFIEX) do Governo Federal. Segundo Procee, Santa Catarina receberá mais investimentos caso o Programa seja aprovado.

O secretário Ricardo Gouvêa relatou que medidas de ajustes já estão sendo feitas em Santa Catarina, como a revisão de políticas de incentivos fiscais. Ricardo explicou ainda que as ações da Secretaria estarão voltadas para aumentar a renda dos agricultores. As empresas vinculadas, Epagri, Cidasc e Ceasa, atuarão na pesquisa, controle sanitário e assistência na comercialização com foco na rentabilidade no meio rural.

A parceria entre Governo do Estado e Banco Mundial para execução do Programa SC Rural teve fim em 2017 e, durante sete anos, possibilitou investimentos de US$ 189 milhões no meio rural e pesqueiro de Santa Catarina. A renovação do SC Rural será tratada ainda em uma nova reunião com representantes do Banco Mundial, Secretaria de Agricultura e Secretaria da Fazenda.

Também participaram da audiência em Brasília o executivo de articulação política Noilton Moraes, o assessor especial Felipe de Souza, da Secretaria de Articulação Nacional, além da economista agrícola Bárbara Farinelli, do Banco Mundial.