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🕒 Atualizado em 28/03 às 20h13

Necessidade de revitalização da Passarela dos Romeiros volta ao debate na região

Via que liga Criciúma ao distrito de Caravaggio, em Nova Veneza, às margens da SC-447, é utilizada por trabalhadores e fiéis em épocas de romaria

Voltou ao debate no Sul de Santa Catarina, a necessidade de revitalização da Passarela dos Romeiros, localizada às margens da SC-447 (Rodovia José Spillere), entre o Distrito de Rio Maina, em Criciúma, e o Distrito de Nossa Senhora de Caravaggio, em Nova Veneza. O trajeto é utilizado tanto por romeiros em procissão de fé até o Santuário de Nossa Senhora de Caravaggio, quanto por trabalhadores de bairros próximos que se deslocam diariamente em direção ao distrito, por conta do polo metalmecânico.

A pauta foi retomada pelo vereador de Nova Veneza, Moisés Spilere, que na tentativa de viabilizar melhorias no local, protocolou ofício junto ao Governo do Estado solicitando a implantação de pavers e adequações de acessibilidade na passarela. Além disso, o parlamentar se reunirá na próxima segunda-feira, 30, com a Secretária de Governo do Estado, Danieli Blanger Pinheiro, para tratar da demanda.

Segundo Spilere, a melhoria da estrutura viária é necessária diante da relevância do trecho para a mobilidade e para a economia do município. “A passarela é amplamente utilizada por romeiros que vão caminhando até o Santuário Diocesano Nossa Senhora de Caravaggio, reconhecido estadualmente como importante polo turístico religioso de nosso Estado. Além disso, é utilizada também por trabalhadores de bairros próximos, que se direcionam aos seus postos de trabalho de bicicleta passando pelas margens da rodovia José Spillere”, destaca.

Para o vereador, a revitalização do espaço é uma demanda urgente, que não pode cair no esquecimento. “Quem usa a passarela hoje em dia sabe que a estrutura não oferece o mínimo de conforto e segurança que a comunidade merece. Sabemos que essa é uma obra que beneficiará não somente o Caravaggio, mas toda a região. Agora, seguimos aguardando um retorno e cobrando para que isso saia do papel”, pondera.