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🕒 Atualizado em 08/03 às 02h11

“Não haverá mais paralisações por agora. É fake news”, garante caminhoneiro

Márcio Olívio Borges foi um dos organizadores dos movimentos realizados em Forquilhinha.

Apesar dos boatos que tem permeado as redes sociais, alarmando às pessoas a respeito de um possível retorno no próximo domingo, das paralisações realizadas pelos caminhoneiros nos últimos dias, a categoria garante que os bloqueios não irão retornar. Assim, a população não deve entrar em desespero e correr para os postos e supermercados, buscando estocar combustíveis ou alimentos.

De acordo com um dos organizadores dos protestos realizados em Forquilhinha, o caminhoneiro Márcio Olívio Borges, não haverá mais paralisações por agora. “Tudo que falam ao contrário disso são fake news, uma onda de terrorismo para assustar as pessoas, tumultuar e atrapalhar a sociedade. Os agricultores e caminhoneiros estão desgastados e precisam voltar a trabalhar para reabastecer a população”, garante.

GARANTIAS DA DEFESA CIVIL

Além disso, conforme o coordenador regional da Defesa Civil em Criciúma, Rosinei da Silveira, que coordena o Centro Integrado de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cigerd) no Sul catarinense, a expectativa é que a desmobilização e retorno à rotina da população aconteça de forma pacífica. “Tivemos muito êxito no processo de negociação com os caminhoneiros e não ficamos totalmente desabastecidos. Claro que faltaram alguns produtos, mas conseguimos manter os serviços essenciais, nas áreas de saúde, segurança pública e coleta de lixo, por exemplo. E tudo sem registrar ondas de violência”, destaca.

A retomada total da normalidade dependerá, de acordo com o coordenador, da intensidade de circulação de mercadorias e consumo da população. “Por isso pedimos para que as pessoas tomem cuidado com o que se diz nas redes sociais. Não tem necessidade de correr para os mercados e postos, isso só vai significar uma elevação do preço das mercadorias. Nos próximos dias se mantém autorizada a comercialização fracionada, para podermos controlar o consumo. Mas acredito que, até a próxima segunda-feira, tudo volte ao normal”, alerta.

FRANCINE FERREIRA