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🕒 Atualizado em 22/04 às 21h47

Bancários querem 16%, garantia de emprego e o fim das terceirizações

Os bancários reivindicam 16% de aumento (reposição da inflação mais 5,7% de aumento real), valorização do piso salarial no valor do salário mínimo calculado pelo Dieese (R$ 3299,66 em junho), PLR de três salários mais R$ 7.246,82, defesa do emprego e fim da terceirização na Campanha Nacional Unificada 2015.

A pauta foi entregue pelo Comando Nacional dos Bancários à Federação dos Bancos (Fenaban) dia 11 em São Paulo. Na mesma data, foram entregues as pautas específicas às direções do Banco do Brasil e da Caixa Federal. A primeira rodada de negociação acontece dia 19 de agosto para tratar sobre emprego.

“Fala-se em crise econômica mas não há crise para os bancos que continuam em franco crescimento. O que os bancários esperam é serem valorizados e terem as suas reivindicações atendidas”, pontua Edegar Generoso, presidente do Sindicato dos Bancários opinando sobre a Campanha deste ano.

Conforme o sindicalista, os três maiores bancos privados do país: Itaú, Bradesco e Santander já anunciaram os resultados para o primeiro semestre do ano de R$ 24 bilhões – crescimento de 22,3% em relação a 2014. Na Região são cerca de 800 trabalhadores distribuídos em 60 agências dos 10 municípios integrando a base de Criciúma: Içara, Balneário Rincão, Morro da Fumaça, Forquilhinha, Cocal do Sul, Urussanga, Siderópolis, Nova Veneza, Criciúma e Treviso.

Principais reivindicações

-Reajuste salarial de 16%.

-PLR: 3 salários mais R$7.246,82

-Piso: R$3.299,66

-Vales alimentação, refeição, 13ª cesta e auxílio-creche/babá: R$788,00 ao mês para cada (salário mínimo nacional).

-Melhores condições de trabalho com o fim das metas abusivas e do assédio moral que adoecem os bancários.

– Fim das demissões, mais contratações, fim da rotatividade e combate às terceirizações diante dos riscos de aprovação do PLC 30/15 no Senado Federal.

Maristela Benedet