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🕒 Atualizado em 28/05 às 13h55

Vereador propõe e Câmara aprova nomeação da rua Antônio Tomasi em Nova Veneza

A Câmara de Vereadores de Nova Veneza aprovou, durante a sessão ordinária desta terça-feira, 26, o Projeto de Lei Legislativo nº 0004/2026, que denomina como rua Antônio Tomasi a rua Projetada 01, localizada no loteamento Anderson Silvestre Milanesi, no distrito de Caravaggio.

O projeto é de autoria do vereador Juliano Mondardo Dal Molin e havia sido apresentado no Legislativo no dia 6 de abril deste ano. Durante a tramitação, a proposta recebeu pareceres favoráveis da Assessoria Jurídica, da Comissão de Constituição, Justiça e Redação e também da Comissão de Educação, Cultura, Saúde e Assistência Social.

Conforme a biografia anexada ao projeto, Antônio Tomasi nasceu em 13 de março de 1914 e era descendente de imigrantes italianos que se estabeleceram no Rio Cedro Médio. Agricultor, participou ativamente da vida comunitária e religiosa, colaborando com ações sociais e eventos da comunidade.

Ainda segundo o documento, Antônio Tomasi faleceu aos 85 anos, deixando legado ligado ao trabalho na agricultura, à família e à participação comunitária.

Após a aprovação em plenário, o projeto foi encaminhado para sanção e promulgação.

Biografia de Antônio Tomasi

Antônio Tomasi nasceu em 13 de março de 1914, descendente de imigrantes italianos que chegaram ao Brasil no final do século XIX e se estabeleceram na região de Rio Cedro Médio, em Nova Veneza. Neto de Francisco Tomasi, imigrante originário de Gemona Del Friuli, Itália, sua trajetória representa a força e a resiliência das famílias que ajudaram a construir a identidade agrícola e cultural do município.

Desde jovem, Antônio seguiu os passos da família na agricultura, dedicando-se com afinco ao cultivo da terra, atividade que sustentou seus 11 filhos e contribuiu para o abastecimento e desenvolvimento local. Homem de princípios sólidos, sempre valorizou o trabalho honesto, a união familiar e o respeito ao próximo.

Além de agricultor exemplar, destacou-se pelo envolvimento comunitário. Participava ativamente da vida social e religiosa da comunidade, colaborando com eventos, mutirões e iniciativas coletivas. Era comum que doasse sacas de arroz, animais e outros mantimentos para festas comunitárias e obras sociais, demonstrando espírito altruísta e comprometimento com o bem comum.

Após a aposentadoria, passou a residir na comunidade do Caravaggio com sua filha, onde permaneceu atuante e generoso. Mesmo na velhice, continuava a contribuir com seu tempo e disposição em favor da comunidade, sendo lembrado com carinho por sua humildade, sabedoria e disposição em ajudar.

Faleceu aos 85 anos, deixando um legado de trabalho, honestidade e profundo amor à terra e à sua gente. Seu exemplo segue vivo na memória de familiares, amigos e vizinhos, como referência de homem íntegro, pai dedicado e cidadão comprometido com a coletividade.