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🕒 Atualizado em 20/04 às 05h00

Coronavírus em SC: matriz aponta pela primeira vez Santa Catarina sem regiões em estado gravíssimo

A Matriz de Risco Potencial atualizada nesta quinta-feira, 24, pela Secretaria de Estado da Saúde, apontou pela primeira vez que Santa Catarina não conta com nenhuma região em estado Gravíssimo. Essa é a melhor condição do estado em relação ao risco de contaminação pelo novo coronavírus desde junho.

“Desde o início da pandemia, contamos com o apoio da população em adotar as medidas de prevenção preconizadas. Também ampliamos a os leitos de UTI em todas as regiões, garantindo atendimento aos catarinenses com agravamento da doença. Investimos, acima de tudo, na saúde da população e em preservar vidas, porém com medidas para manter o emprego e renda das famílias no estado”, ressalta o governador Carlos Moisés.

A única alteração desta semana no mapa aconteceu com a região Nordeste, que foi reclassificada do estado gravíssimo para grave. O Extremo Oeste é a única região classificada como risco Alto (cor amarela) e as demais seguem na condição de risco grave (laranja).

Em junho, Santa Catarina chegou a ter 12 regiões de saúde no patamar gravíssimo.

“Isso não significa que a pandemia acabou, pelo contrário. Temos que continuar com as ações recomendadas e lembrando que questões como o distanciamento e o isolamento dos casos são fundamentais para que as as regiões, que hoje estão em estado grave possam avançar nesse enfrentamento”, afirma o secretário da Saúde, André Motta Ribeiro.

A matriz de risco potencial das regiões foi atualizada durante a semana no site www.coronavirus.sc.gov.br e os dados foram divulgados preliminarmente aos municípios catarinenses. Mais uma vez, as dimensões relacionadas à taxa de isolamento social e de isolamento dos casos foram as que mais contribuíram para o cenário grave das regiões. Além disso, são avaliadas as dimensões de ampliação de leitos e de reorganização de fluxos assistenciais.

A portaria 658 permite o retorno gradual de diversas atividades apenas nas regiões com o risco alto e moderado.

Por Fabrício Escandiuzzi