Violinos, Violas, Violoncelos, flautas transversais, doce soprano, doce contralto e clarinete. Instrumentos desconhecidos para a maioria dos brasileiros, mas que aos poucos se tornam comuns para muitos moradores de Nova Veneza.
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Violinos, Violas, Violoncelos, flautas transversais, doce soprano, doce contralto e clarinete. Instrumentos desconhecidos para a maioria dos brasileiros, mas que aos poucos se tornam comuns para muitos moradores de Nova Veneza. Pessoas que tiveram através da Camerata Di Venezia a oportunidade de conhecer o mundo da música. “Foi justamente com este objetivo que a Camerata foi criada. Ela nasceu em 2003 para popularizar a música e permitir que as pessoas mostrem seu talento ou simplesmente tenham contato com estes instrumentos e com esta dinâmica imposta pela música”, destaca Rossana Alano Spileri, presidente da Camerata.
Em 2007 a ordem é popularizar ainda mais o trabalho. Para conseguir isso a Camerata vai percorrer as escolas do município apresentando o projeto e também mostrando o trabalho desenvolvido pelos 50 alunos atendidos hoje pelo projeto. “Vamos percorrer as escolas e mostrar nosso trabalho. É uma forma de popularizar ainda mais nossa atividade e também a música. Começamos nesta semana e vamos fazer isso durante todo o ano. Essa é a principal novidade da Camerata em 2008”, argumenta.
Segundo ela, nos primeiros anos de atividade a Camerata já iniciou mais de 80 pessoas no mundo da música. Numero de continuar crescendo já que a entidade recebeu novos instrumentos. Foram seis flautas, quatro violinos, uma caixa de bateria e 10 estantes para partituras doados pela empresa Agrovêneto. “ Isso ajuda a estruturar o grupo e permite apresentações mais trabalhadas. Temos este apoio da Agrovêneto e também da prefeitura de Nova Veneza. São estes patrocínios que mantém o trabalho vivo”, explica.
Outro objetivo para este ano é ampliar o número de apresentações. Em 2007 foram nove, praticamente uma a cada mês. “Fizemos um bom número de apresentações no ano passado e se possível em 2008 vamos ampliar. Sempre que somos convidados comparecemos aos eventos e mostramos um pouco do que conseguimos fazer. Nós temos uma parte cultural bastante rica em Nova Veneza e temos que continuar com esse sonho que é a Camerata. Nossas crianças e adolescentes não podem ficar ociosos e se antes música clássica parecia uma coisa distante, hoje está próximo de nós".
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